domingo, 21 de março de 2010

Não é o que parece...

Bem-vindos a minha casa, acomodem-se onde desejarem...

Nada mais comum do que as pessoas julgarem umas as outras por suas aparências. Isso pode tanto ter uma carga positiva, quando você se sente atraida por pessoas com a mesma aparência que você, quanto uma carga negativa, quando você deixa de conhecer, realmente, alguem por conta da aparência desta, que você considera anormal.

Os esteriótipos estão em toda a parte, definindo tribos e estilos, tornando todos pertencentes de um grupo e ai daqueles que recusarem-se a possuir rótulos!
Por exemplo, eu gosto de me vestir de preto, usar coleiras, colares com símbolos aleatórios, um anel em cada dedo, etc... Logo? Sou rockeira. ¬¬' Ontem mesmo, no churrasco da minha turma de faculdade (Onde as pessoas mal se conhecem, pois acabamos de começar o primeiro período.), uma garota da turma, que poderia até vir a se tornar uma amiga, ficou surpresa ao me ouvir falando que gosto de samba e MPB, afinal, nas palavras dela: "Você é toda rockeira.", mas o ponto é, eu NUNCA me considerei rockeira! Alias, aqui entre nós, não entendo nada de musica (Só sei do que gosto e o que eu gosto, eu escuto). XD

Claro que não foi a primeira vez, no carnaval, estava com meu namorado (um garoto cabeludo, pálido e que usa mais preto do que eu) e nos pergutaram: "E ai, vocês são rockeiros, góticos ou o que?", a pessoa perguntou de boa, mas eu, simplesmente, adorei a resposta dele, que foi: "Em primeiro lugar: Eu sou o Arthur, prazer."

Não dá pra definir pessoas por rótulos e julgar pela aparência, por mais que todos façamos, é o mais erronêo dos julgamentos. Só porque alguem gosta de preto e tons escuros, não quer dizer que só escute Metal (pode escutar TAMBÉM) ou seja depressivo, aquela loirinha de roupa rosa, não necessáriamente é uma patricinha alienada (Alias, a garota mais engajada com política, que conheço, é uma loira, de olhos verdes, altíssima e muito bonita, com total cara de modelo), só porque alguem usa franja na frente do olho e lápis preto, não quer dizer que é emo (eu mesma adorava esse estilo quando era mais nova e nem existia isso de emo)!

Muitas vezes reduzimos pessoas, seres humanos, com vidas, nomes, histórias, qualidades e defeitos, a um esteriótipo e, apartir dai, achamos que já sabemos tudo sobre ela. Afinal, se a garota ri, é extrovertida, brinca com todo mundo e adora sair, logo deduzem que ela é facil, principalmente se tiver muitos amigos homens! Quão preconceituosa é essa afirmação? Infinitamente! Porém fomos ensinados a pensar assim e é absolutamente dificil nos desprendermos dessas idéias ultrapassadas. u.u

Muitas vezes as pessoas não são o que parecem ser, porque, afinal, nem sempre ela quer ser inserida num estilo ou tribo. Quem foi que determinou que se você gosta de se vestir de um jeito Y, tem que agir de um jeito X? Muitas pessoas sofrem preconceitos por não se portarem de forma condizente com as roupas que veste e, sinceramente, cagam pra isso, porque essas pessoas são tão seguras de si, que não ligam pra opinião alheia. Ah, é? Então, por que você esta perdendo tempo em postar isso no seu blog?

É, porque eu tenho um blog pra escrever as coisas que eu penso e, também, pra falar sobre coisas do dia-a-dia, faz parte do meu dia-a-dia ser chamada de rockeira e eu não ligar pra isso, o que não quer dizer que eu ache super legal ver a mania que as pessoas tem de ficarem presas aos primeiros julgamentos. Fechadas e sem capacidade para tentar descobrir se o que pensam é verdade ou não, na realidade, isso é bem triste. u.u

Beijos! :*

quarta-feira, 17 de março de 2010

Pão e circo para o povo.


Bem-vindos a minha casa, acomodem-se onde desejarem...

Hoje, no Rio de Janeiro, aconteceu algo que chamaram de "Passeata", por algo realmente sério e merecedor de uma mobilização social, a distribuição dos royalties do petróleo. Porém, essa postagem não é para escrever a minha opinião sobre esse assunto (que é a de que só os estados produtores de petróleo merecem os royalties), enfim... Mas, sim, sobre o EXTREMO desrespeito ás lutas e passeatas já realizadas na cidade do Rio de Janeiro pelos mais diversos motivos, grupos sociais e épocas.

Pois o que aconteceu hoje, na cinelândia, foi um verdadeiro CIRCO, com direito a shows de pagode (que eu, particularmente, abomino), para a trair a população! Agora analisem bem isto:
Ao invés de conscientizar o povo sobre seus direitos e deveres, sobre o que esta sendo discutido nas câmaras e como isso afetará a sua vida, o governo acha melhor dar "folga" pra todo mundo, colocar uns cantores sem talento na rua e mandar o povo ir pra lá, gritar por algo que muitos, provavelmente, não entendem/não sabem o que é!

Vejam bem, não estou dizendo que o povo é culpado, mas sim ignorante, é não por sua culpa inteiramente, mas também por conta de um Estado segregador, que prefere deixar a massa sem informação para melhor manipulá-la!

Pois bem, eu tive a sorte de estudar no Colégio Pedro II, uma instituição que participou e ainda participa de diversas ações políticas, também tive o prazer de conviver com diversas pessoas da minha idade engajadas com política e que lutam por seus direitos, reconhecendo seus deveres. Sendo assim, não havia como não começar a entender como ocorrem as lutas das minorias e qual o seu valor.

Passeatas são movimentos sérios, por uma causa digna e que afeta várias pessoas, que podem ou não pertencer ao mesmo grupo! Diferentemente de uma reunião no meio da rua, de pessoas levando tudo na brincadeira, querendo ver o show do seu "cantor" preferido. Isso, para mim, é uma falta de respeito de políticos querendo se re-eleger esse ano.

Particularmente, eu gostaria de ver mais respeito pelo cidadão, pelo carioca, pelos movimentos que ocorreram e ocorrem nesse país. Gostaria de ver uma política de conscientização, que faça o povo entender porque e onde deve lutar, para assim termos uma sociedade reconhecedora de seus direitos e totalmente capaz de lutar por eles. Não só em verdadeiras passeatas, como nos tribunais, no congresso, na cobrança de promessas feitas por políticos! Adoraria ver todos se mobilizarem para que o conhecimento fosse distribuido igualmente entre todos, porém, como sei que isso é impossivel (pelo menos atualmente), deixo aqui o meu texto, que, quem sabe, concientize algumas pessoas?

Concluindo, essa é a minha opinião e, como esse blog é meu, eu escrevo o que eu quiser,espero que quem ler goste e, se não, deixe comentário para que possamos discutir nossas opiniões,
Beijos,
Yami_no_hime! :*

domingo, 31 de janeiro de 2010

Vícios

Bem-vindos a minha casa, acomodem-se onde desejarem...


Disclaimer: Sim, essa história me pertence e copiá-la seria roubo, então, já sabem né? Querem usar algo daqui, peçam e deixem avisos. Alias, a idéia da maçã de prata vem do livro “Thite” da Autora Black Holly.
Essa história foi escrita como resposta ao desafio Miss Sunshine do fórum UMDB (porque a Nielita pode e quando ela esta ocupada, os Admin. não deixam por menos! \o/), em resposta ao tema: 84 - Borboleta

Vício

Nunca sentira aquele sabor, era doce, aguado, forte o suficiente para viciá-lo e fraco de mais para satisfazê-lo, tinha gosto de plenitude e ele precisava de mais. Consumiu toda a fruta com voracidade, engolindo até os brancos caroços em seu interior, lambia do sumo que ficara nas mãos, quando ouviu a risada suave dela, a criatura que lhe oferecera o fruto.

Ajoelhou-se para pegar um novo fruto, que ela jogara no chão, o comeu inteiro, ignorando a terra que o sujava, precisava de mais. A criatura se ajoelhou em frente a ele, fazendo-o pensar que não deveria estragar o etéreo vestido que a cobria, ela era assustadoramente inumana e belíssima. Mais alta do que ele, mais alta que qualquer garota que já tivesse visto, e magra, pálida como se não corresse sangue em suas veias, os olhos eram como duas contas verdes esmeralda, brilhantes, não havia pupila, como os olhos de um pássaro, o rosto tinha traços inumanamente finos, e a boca de cor negra parecia grande de mais para aquele rosto, num sorriso mordaz que parecia rasgar-lhe as bochechas, dentes muito brancos e afiados amostra, os cabelos longos, vermelhos e lisos, eram cortados pelas pontas de grandes orelhas élficas, mas o que mais chocava em sua aparência eram as asas, imensas asas de borboleta, azuis turquesa, com pequenos pontos negros e prateados, que seriam capazes de cobri-la completamente.

A criatura pegou a barra do vestido negro que usava e limpou seu rosto sujo de terra com ele, o toque do tecido parecia com o que se sentia ao atravessar a neblina, etéreo, úmido e frio, e a criatura cheirava a orvalho, ela riu, seu riso era frio, e, quando falou, sua voz era como o som de um sino de prata:

- Está todo sujo, pobrezinho. Está perdido? – Apesar das palavras gentis, ela soava irônica.

Ele era um homem de estatura mediana, moreno, olhos castanhos claros, escondidos por óculos, cabelos negros e lisos, um pouco mais longos do que deveriam devido a sua preguiça de cortá-los, não tinha nenhuma beleza especial, mas também não era feio, era apenas um homem comum, um homem comum que jamais deveria ter aceitado aquele convite, agora seus olhos estavam opacos, ele se esquecera de quem era e só conseguia pensar em uma coisa:

- Mais, eu preciso de mais! – Seu tom era choroso e ele implorava, necessitava daquele sabor como de uma droga, sentia-se especial ao provar a misteriosa fruta.

A criatura riu cruelmente de seu desespero, tirando outra fruta de um local que ele não soube identificar, parecia uma maçã, mas era prateada e por dentro era rubra como sangue, ela lhe atirou a nova fruta e ele pode senti-la quente em suas mãos, como um ser vivo. Mordeu o fruto sofregamente e mastigou o quanto pode, aproveitando os efeitos daquele sabor, sentindo-se pleno, engoliu outro pedaço antes de perguntar:

- Quem é você?

- Quem é você? - Ela perguntou de volta.

O homem parou por um instante, mordendo mais um pedaço da fruta divina e percebeu que não se lembrava... Mas tudo bem, não havia problemas, nada poderia assustá-lo enquanto aquele sabor persistisse em sua boca. Deu de ombros, dizendo que não sabia, fazendo a criatura gargalhar.

- De onde você vem?

Novamente, ele não sabia a resposta, não se lembrava, não sabia ao menos como chegara ali e não se importava, tudo que queria era aquela sensação que tinha a cada pedaço, mas o terceiro fruto tinha chegado ao fim.

- Mais. – Foi tudo que conseguiu dizer. Sentindo seu sangue correr rápido e quente por suas veias que pareciam movimentarem-se por sob a pele, sentia-se forte e poderoso, nunca havia se sentido assim antes, nunca mais queria deixar de se sentir daquele jeito.

- Não tem mais. – Disse a criatura, cruelmente, rindo da careta de desespero que se apoderou da face mortal.

- Eu preciso de mais! – Ele gritou, se levantando, sentindo seu cérebro queimar ao processar aquela informação, a sensação acabaria, tudo acabaria, sua força acabaria, se ele não conseguisse mais daquele sabor.

- Não tem mais. – Ela repetiu com uma voz falha, como estivesse se controlando para não gargalhar.

- Eu quero mais! Me dê mais! – Ele gritava, andando cambaleante em direção a criatura que ria com sua dor.

- Não tem mais. – Ela falou uma ultima vez, entre gargalhadas, enquanto corria para dentro da mata escura, que rodeava a clareira onde antes estavam.

Ele começou a persegui-la, em desespero, se embrenhando mais e mais na mata enquanto seguia o som das risadas, galhos e vinhas se enroscavam em seu corpo
e provocavam pequenos arranhões em seus braços e rosto, vez o outra podia sentir a dor de um espinho cravando com mais força e rasgando suas calças sociais, chegando a perfurar a pele, mas nada importava, nada disso importava, deixaria de sentir dor assim que a pegasse, assim que conseguisse alcançar aquela criatura e recebesse novos frutos.

Corria ignorando as dores no corpo, ignorando o espaço em volta, seguindo apenas a risada daquela criatura, quando a viu parada a sua frente, se contorcendo de tanto rir, as asas batendo rapidamente, provavelmente em conseqüência de sua diversão, ele não hesitou em correr na direção dela até sentir o chão faltar e o impulso da queda. Um penhasco, a maldita criatura estava voando sobre ele e estava escuro de mais para que o homem o percebesse, mesmo que não estivesse, ele estava obcecado de mais pelo gosto para perceber.

Enquanto caia, envolto pela risada feroz da criatura, que parecia envolvê-lo em espiral, retardando a queda e seu momento final ao máximo, ele se lembrou de como chegara ali.

Momentos antes na mesma noite, ele estava numa exposição de insetos, era um biólogo dedicado ao estudo de insetos. Observava um quadro onde o corpo de uma enorme borboleta colorida estava pregado, quando foi abordado por uma bela ruiva, usando um provocante vestido negro.

- Então o senhor é o famoso pesquisador de borboletas? – Ela falou com uma voz suave, um sorriso delicado adornando o rosto de traços aparentemente orientais.

- Eu não diria famoso. – Respondeu, sentindo-se nervoso por falar com uma mulher tão bonita.

Ela riu de leve, docemente, mas seus olhos emitiram um brilho sinistro quando ela lhe perguntou.

- E você acredita em fadas?

Fim.













Omake feito pelo beta Otoshi (assumidamente odiador de fadas.):

- Eu não. Você acredita na morte? – O simples homem tirou seu trunfo, uma pequena pistola de porcelana. A ruiva se apavorou. Ouviu-se um disparo.- Menos uma. – Disse ele, antes de rir-se. Se tornava cada vez mais comum hoje em dia. Bom, mais uma borboleta para a coleção.

(Engraçado, mas ai não haveria história.)

N/a.: Ola a todos e a todas que leram essa história,
Espero que tenham gostado, eu simplesmente adorei escrevê-la. Quando peguei o tema “borboleta”, não tinha idéia do que faria com ele, mas sabia que devia pegá-lo, bem, acho que valeu a pena.

Adoro fadas e adorei escrever sobre elas numa perspectiva diferente da típica “fada boazinha que ajuda crianças.”

Beijos,
Yami_no_hime! :*

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Resoluções de ano novo.

Bem-vindos a minha casa, por favor, acomodem-se onde desejarem...

Em primeiro lugar, um pedido de desculpas a qualquer pessoa que ainda leia esse blog, afinal de contas, foi mais de um mês sem postar, mas tentarei compensar isso.

Hoje, vou deixar aqui algumas das minhas resoluções de ano novo:

* Emagrecer 10 kg (consegui ano passado, quero mais esse ano. o/).

* Poupar dinheiro (O que é difícil, para uma gastadora compulsiva como eu).

* Conseguir um bom estágio de Segurança no Trabalho (e assim fazer todo o tempo gasto com esse curso chato ter valido a pena.).

* Voltar pro curso de inglês (Deus sabe como preciso. XD).

* Escrever mais no blog (Opa, primeira postagem do ano no dia 25 de janeiro, comecei bem. XD).

* Ler Pelo menos um livro por mês (Esse vai ser um prazer.).

* Ir regularmente a academia (Para qual devo voltar hoje... eu acho. ^-^’).

* Escrever mais fics e histórias (ESSE EU TO CONSEGUINDO, PUBLIQUEI HOJE A PRIMEIRA FIC DO ANO: http://www.fanfiction.net/s/5694847/1/O_Medico_e_o_Monstro ).

Assim encerro o primeiro post de 2010,
Um hiper-mega-power-uper atrasado feliz ano novo pra todos!
Beijos,
Yami_no_hime! :*

domingo, 20 de dezembro de 2009

Gentileza

Bem-vindos a minha casa, acomodem-se onde desejarem...

Hoje foi a segunda prova do vestibular da UFF, eu estava tranqüila com essa prova e nem pensei muito nela, uma vez que meu namorado passou o dia comigo ontem. Porém, hoje de manhã cedo (uma péssima mania essa, de marcarem os vestibulares em horas que qualquer um prefere estar dormindo.), eu perdi a hora me arrumando e tomando café, o que me deixou bem em cima da hora para chegar no horário limite de entrada pra prova. No desespero, eu só peguei um lápis e uma borracha, contando com a sorte, torcendo para que alguém estivesse vendendo canetas na porta do prédio, como sempre acontece.

Passei o caminho inteiro ouvindo a minha mãe reclamar da minha irresponsabilidade, enquanto ficava cada vez mais nervosa com o tempo correndo e o Arthur segurando a minha mão, me apoiando. Quando, depois de pararmos no prédio errado e perdermos alguns minutos preciosos, encontramos o local correto, eu corri como uma louca (O que, com toda a “graça e elegância” que tenho ao correr, não é difícil. XD), quando avistei a única venda gritei:

- Moça, tem caneta?!

E a dona da venda me respondeu que não, eu gelei! Céus, não bastasse ter perdido a UERJ, EU PERDERIA A UFF! Mas a sorte, finalmente, me sorriu, uma mãe, provavelmente, que havia ido deixar o(a) filho(a) para fazer a prova, me salvou ao dizer: “Eu tenho!” e me entregar a caneta de bom grado. Eu nem hesitei, peguei a caneta, agradeci e continuei correndo.

Consegui ultrapassar os portões e fui fazer a prova, que estava relativamente simples, apesar de trabalhosa. Sabem o que é mais incrível? Eu não usei nem o lápis, nem a borracha, fiz as questões diretamente a caneta e ela funcionou perfeitamente, sem falhar em nenhum instante durante a prova, me permitindo responder cada questão com calma e escrever uma ótima redação.

Se eu acho que passo pra UFF? Talvez, mas sei que não teria tido chance, se não fosse a gentil senhora (tinha uns 40/50 ano.) que me “emprestou” a caneta. Uma caneta bic comum, preta, simples, mas que pode fazer toda a diferença no meu futuro.

Quando eu sai da prova, três horas depois, procurei por ela, torcendo para poder agradecê-la devidamente e devolver a caneta, porém não a encontrei, uma pena.

O ato de gentileza dela, totalmente desprendido de interesse, em ajudar uma garota (idiota o suficiente pra não chegar cedo ao local de prova) que nunca tinha visto e poderia estar competindo com o(a) filho(a) dela, me permitiu ter uma chance de ser aprovada e entrar para uma excelente faculdade pública na minha primeira tentativa.

Eu estou realmente grata a ela e só tenho uma coisa a lamentar: Ações como essa estão ficando cada vez mais raras.

Beijos! :*